26 de Outubro de 2017

Cicuta L. (também chamado abioto, em alguns lugares de Portugal) é um género de plantas apiáceas que compreende quatro espécies muito venenosas, nativas das regiões temperadas do Hemisfério Norte, especialmente da América do Norte. São plantas herbáceas perenes, que crescem até 1-2 metros.

Determinismo (do verbo determinar, do latim determinare: a adição do prefixo de -"para fora" - e terminare - terminar, limitar, finalizar.[1]) é a teoria filosófica de que todo acontecimento (inclusive o mental) é explicado pela determinação, ou seja, por relações de causalidade.

Em filosofia do tempo, presentismo é a tese que nem o futuro nem o passado existem. O oposto de presentismo é eternismo, a tese que aceita a existência em algum "lugar", de alguma maneira, eternamente, ou ao menos fora do tempo, do passado e do futuro. De acordo com o presentismo, eventos e entidades que estão inteiramente no passado ou inteiramente no futuro não existem efetivamente.

Falseabilidade ou refutabilidade é a propriedade de uma asserção, ideia, hipótese ou teoria poder ser mostrada falsa. Conceito importante na filosofia da ciência (epistemologia), foi proposto por Karl Popper nos anos 1930, como solução para o chamado problema da indução.

Para uma asserção ser refutável ou falseável, é necessário que haja pelo menos um experimento ou observação factíveis que, fornecendo determinado resultado, implique a falsidade da asserção. Por exemplo, a asserção "todos os corvos são pretos" poderia ser falseada pela observação de um corvo vermelho.

Lógica Paraconsistente inclui-se entre as chamadas lógicas não-clássicas heterodoxas, por derrogar alguns dos princípios basilares da Lógica clássica, tais como o princípio da contradição: segundo a Lógica Paraconsistente, uma sentença e a sua negação podem ser ambas verdadeiras.[1][2]

A Lógica Paraconsistente apresenta alternativas a proposições, cuja conclusão pode ter valores além de verdadeiro e falso - tais como indeterminado e inconsistente.

25 de Outubro de 2017

Recently I was speaking to a writer about my recent work. She’s doing a feature for a local magazine on creativity research and design practice in the region. I’ve been fortunate to get a lot of press over the years, and it’s become increasingly important to me to find ways to make my work comprehensible and applicable to a general audience.

Bryant (2014) expande as fronteiras do entendimento das máquinas em direção a uma ontologia orientada às mesmas. Todas as entidades existentes possivelmente são máquinas, pois operam dinamicamente inputs produzindo outputs. Essa teoria se configura também como uma cartografia das relações entre as máquinas e como sua reunião organiza movimentos, o desenvolvimento e o nascimento de novas máquinas no mundo. A sua ontologia o autor denomina Onto-cartografia, ou “mapeamento da coisa”.

Levinas' analysis of the face in T&I drafts several elements for deconstruction. It is in a great extent about the voice, about seeing language in its formal element as structurally dialogical and its prime function as that of enabling discourse aimed towards a public - and not description or coping with the world. The structure of language - and indeed of voice - makes explicit the asymmetry between the other, as a master, and the speaker. As a speaker, I'm in the hands of the other because language is a public device formally structured by diaphonia, by different discourses and that difference is embedded in the very structure of thematizing anything, in the very structure of the conceptual. As a consequence, it is not that I have a grip on my concepts and not even that they have a grip on me but rather that the others have a grip on me through my conceptual life. Concepts make me think, but they do so only because they make my masters present. Without a public language, as Sellars once put, there would be nothing to talk about. Levinas adds that a public language is precisely the formal structure of the presence of the others - it is made by the traces of their intervention.

Sol blanco del desierto es una de las películas rusas más célebres de todos los tiempos. La mezcla de acción, comedia, música y drama la hicieron muy famosa en su época y adquirió estatus elevado en la cultura soviética y rusa desde entonces. Los cosmonautas la ven ritualmente antes de muchos lanzamientos espaciales1​ La obra aportó numerosas expresiones al idioma ruso (vid. infra). La canción principal, "Su Excelencia, la señora Fortuna" con la letra de Bulat Okudzhava se convirtió en un gran éxito.

Para os pensadores cépticos, epicuristas e estoicos, completa ausência de perturbações ou inquietações da mente, concretizando o ideal tão caro à filosofia helênica da tranquila e serena felicidade obtida através do domínio ou da extinção de paixões, desejos e inclinações sensórias.