26 de Outubro de 2017

Em filosofia do tempo, presentismo é a tese que nem o futuro nem o passado existem. O oposto de presentismo é eternismo, a tese que aceita a existência em algum "lugar", de alguma maneira, eternamente, ou ao menos fora do tempo, do passado e do futuro. De acordo com o presentismo, eventos e entidades que estão inteiramente no passado ou inteiramente no futuro não existem efetivamente.

Falseabilidade ou refutabilidade é a propriedade de uma asserção, ideia, hipótese ou teoria poder ser mostrada falsa. Conceito importante na filosofia da ciência (epistemologia), foi proposto por Karl Popper nos anos 1930, como solução para o chamado problema da indução.

Para uma asserção ser refutável ou falseável, é necessário que haja pelo menos um experimento ou observação factíveis que, fornecendo determinado resultado, implique a falsidade da asserção. Por exemplo, a asserção "todos os corvos são pretos" poderia ser falseada pela observação de um corvo vermelho.

Lógica Paraconsistente inclui-se entre as chamadas lógicas não-clássicas heterodoxas, por derrogar alguns dos princípios basilares da Lógica clássica, tais como o princípio da contradição: segundo a Lógica Paraconsistente, uma sentença e a sua negação podem ser ambas verdadeiras.[1][2]

A Lógica Paraconsistente apresenta alternativas a proposições, cuja conclusão pode ter valores além de verdadeiro e falso - tais como indeterminado e inconsistente.

25 de Outubro de 2017

Recently I was speaking to a writer about my recent work. She’s doing a feature for a local magazine on creativity research and design practice in the region. I’ve been fortunate to get a lot of press over the years, and it’s become increasingly important to me to find ways to make my work comprehensible and applicable to a general audience.

24 de Outubro de 2017

Josie's on a vacation far away
Come around and talk it over
So many things that I wanna say
You know I like my girls a little bit older

23 de Outubro de 2017

Rise up,
Don't falling down again
Rise up,
Love like I broke the chains

18 de Outubro de 2017

Acompanhamos pela mídia os recentes desastres nas América do Norte e no Caribe englobando mortes e destruições em larga escala: um terremoto de magnitude 8.2 no sul do México e um tufão iniciado no Atlântico, crescido no Caribe e agora caminhando com menos força pelo sul dos Estados Unidos. No seu auge atingiu categoria 5, a maior intensidade na classificação existente. Terremotos e tufões são fenômenos historicamente presentes nas regiões citadas e também costumeiros causadores de grandes desastres. No entanto, não podem ser entendidos e tratados da mesma forma, pois são distintos na origem e no modo de ocorrência. Fundamentalmente, terremotos não podem ser prognosticados, tufões sim, o que faz a diferença, pois há tempo para agir.

 

17 de Outubro de 2017

Mereology (from the Greek meroV, ‘part’) is the theory of parthood relations: of the relations of part to whole and the relations of part to part within a whole. Its roots can be traced back to the early days of philosophy, beginning with the Presocratic atomists and continuing throughout the writings of Plato (especially the Parmenides and the Thaetetus), Aristotle (especially the Metaphysics, but also the Physics, the Topics, and De partibus animalium), and Boethius (especially In Ciceronis Topica).

The set of terms of first-order logic (also known as first-order predicate calculus) is defined by the following rules:

1. A variable is a term.

2. If f is an n-place function symbol (with n>=0) and t_1, ..., t_n are terms, then f(t_1,...,t_n) is a term.

If P is an n-place predicate symbol (again with n>=0) and t_1, ..., t_n are terms, then P(t_1,...,t_n) is an atomic statement.

Existence monism targets concrete objects and counts by individual token. It holds that exactly one concrete object token exists (the One). It represents an interesting and historically important form of monism, albeit one which is widely regarded as deeply implausible. Consider any two concrete individuals, such as you and I. The existence monist must either deny that at least one of us exists, or deny that at least one of us is a concrete object, or hold that we are identical. This is hard to swallow. (It is important to distinguish existence monism from priority monism, which does not have this implausible implication.)